{"id":953,"date":"2026-06-03T19:45:05","date_gmt":"2026-06-03T22:45:05","guid":{"rendered":"https:\/\/unidosdoviradouro.com\/?p=953"},"modified":"2026-06-03T19:45:31","modified_gmt":"2026-06-03T22:45:31","slug":"conheca-a-sinopse-da-viradouro-para-o-carnaval-2027","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/unidosdoviradouro.com\/index.php\/2026\/06\/03\/conheca-a-sinopse-da-viradouro-para-o-carnaval-2027\/","title":{"rendered":"Conhe\u00e7a a sinopse da Viradouro para o Carnaval 2027"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>G.R.E.S. UNIDOS DO VIRADOURO<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>CARNAVAL 2027<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>ENREDO: GRI\u00d4<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u00c9 noite. Fogueira abrasa no centro do terreiro.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ao redor, um anci\u00e3o re\u00fane os iniciados e sopra palavras, acendendo a voz m\u00edstica que se ergue em sauda\u00e7\u00e3o:<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em>Laroy\u00ea, Exu! Mojub\u00e1! Fagulha primeira, Senhor das Encruzilhadas que abre os caminhos e faz a hist\u00f3ria circular.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em>Saluba, Nan\u00e3! Divina senhora que molda a mem\u00f3ria no barro.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em>Iroko Iss\u00f3! Iroko Kissel\u00e9! Salve o Senhor do tempo, \u00e1rvore sagrada que rege a eternidade.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">E fala:&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em>\u201cEu vim do sil\u00eancio do mundo, quando a boca n\u00e3o conhecia o verbo. Gente de carne, como n\u00f3s, n\u00e3o tinha mem\u00f3ria para recordar. Nada! Passado n\u00e3o existia. Futuro, tampouco. S\u00f3 o pulsar da vida no agora.&nbsp;<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em>Certo dia, um s\u00e1bio caminheiro vindo do reino Ashanti me narrou que, em tempos imemoriais, viveu Kwaku Ananse, um ser divino, meio humano e meio aranha. Ele n\u00e3o queria apenas contemplar o correr dos dias, mas povoar a Terra de hist\u00f3rias. Com agilidade, Ananse teceu uma enorme teia de prata. Por ela, subiu ao c\u00e9u onde morava o grande deus Nyame.&nbsp;<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em>Dono de todos os enredos do universo, o supremo Nyame duvidou da capacidade de Ananse, desafiando-o a lhe trazer as criaturas mais ferozes e astutas do reino.&nbsp;<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em>Pelo poder do convencimento, paci\u00eancia e encantamento, Ananse cumpriu tudo o que foi pedido e conseguiu o que queria. Colocou as hist\u00f3rias em uma caba\u00e7a e desceu pelos fios que havia bordado. Mas o artefato que carregava se partiu. Naquele momento, o mundo nasceu outra vez: os contos guardados se espalharam por todos os recantos. E Ananse virou o narrador primordial, envolvendo toda a gente com seus fios de hist\u00f3rias.&nbsp;<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em>Desde ent\u00e3o, contar virou ato de for\u00e7a vital. Nada era mais poderoso que a palavra moldada com justeza. Por ela, tornou-se poss\u00edvel esculpir lembran\u00e7as.&nbsp;<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em>E eu caminhei no tempo.&nbsp;<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em>No Mali, encruzilhada do continente africano, renasci no prestigiado cl\u00e3 dos Dj\u00e9li, casta social que fazia circular o sangue da mem\u00f3ria entre os Mandingas. Dinastia de m\u00fasicos e poetas que transmitiram todo o conhecimento pela palavra dita e pela palavra cantada.&nbsp;<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em>Eu aprendi com os antepassados e ensinei meus sucessores a tocar Balafon, e a dedilhar as cordas sagradas do Kor\u00e1, instrumentos passados de gera\u00e7\u00e3o a gera\u00e7\u00e3o. Cada um desses objetos sonoros carregava uma for\u00e7a m\u00edstica. A cad\u00eancia e o ritmo, unidos ao timbre da minha voz, revelavam poderes encantat\u00f3rios.&nbsp;<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em>Foi assim que narrei aos filhos dos meus filhos o apogeu no suntuoso Mali, no tempo do lend\u00e1rio mansa Sundiata Keita, rei dos cem reis vencidos, unificador daquele imp\u00e9rio de ouro e sal.&nbsp;<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em>Sem n\u00f3s, os Dj\u00e9li, a comunidade cairia no abismo do esquecimento. Por isso, \u00e9ramos muito respeitados e tidos como o eixo da continuidade dos saberes por meio da escuta e da memoriza\u00e7\u00e3o.&nbsp;<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em>At\u00e9 que veio o colonizador e nos batizou de Gri\u00f4s.&nbsp;<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em>O nome que eu carrego, Gri\u00f4, foi tamb\u00e9m atribu\u00eddo a diferentes povos que contavam hist\u00f3rias e cantavam loas na \u00c1frica Atl\u00e2ntica. Mas muitos dos meus irm\u00e3os e irm\u00e3s tiveram seus enredos silenciados.&nbsp;<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em>Deu branco&#8230; A mem\u00f3ria&#8230; (&#8230;) Ia&#8230; se apagar&#8230;<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em>As hist\u00f3rias, por\u00e9m, sobreviveram na minha fala, no corpo e no canto de fazer lembrar. Se os nossos saberes tivessem sido escritos na fibra da \u00e1rvore morta, o branco os teria queimado. Nosso tecido social n\u00e3o desbotou. A oralidade costurou as lembran\u00e7as, salvou nossa cultura do fogo do esquecimento.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em>A heran\u00e7a que recebi dos antepassados, eu doei com a minha voz.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em>Eu reexisto na fala dos que vieram antes de mim.&nbsp;<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em>Foi por isso que eu ressurgi nos versos trazidos da alma nas minera\u00e7\u00f5es das Gerais. Garimpei ouro e diamante, reatei la\u00e7os ao som dos vissungos, cantos de esperan\u00e7a e de saudade da terra original.&nbsp;&nbsp;<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em>Eu me nutri de palavra e de can\u00e7\u00e3o. Partilhei o banquete de mist\u00e9rios que meus antepassados me proveram e prepararam antes da minha chegada.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em>Aprendi a conservar o Ax\u00e9 nas casas de santo, a guardar os segredos espirituais, a reconhecer o invis\u00edvel dan\u00e7ando diante dos olhos. Me embalei no ponto firmado. Me banhei de sauda\u00e7\u00f5es e ensinamentos por meio de it\u00e3s e or\u00edk\u00ecs para que nunca esquecesse meus caminhos. Minha palavra se fez m\u00fasica e trov\u00e3o.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em>Hoje, eu me alimento em coletivo de cantigas, de sambas de roda e de repentes. Fa\u00e7o coro nos jongos, congos e folias. Eu revivo nos saberes das mestras e mestres da cultura popular.&nbsp;<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em>Eu fa\u00e7o a recorda\u00e7\u00e3o adormecida se acender! Meu impulso vital \u00e9 contar as hist\u00f3rias que o Brasil nem sabia que precisava conhecer&#8230;<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em>Eu me tornei o guardi\u00e3o dos enredos que ainda v\u00e3o nascer. Mobilizo o terreiro m\u00edstico para dar de comer ao sagrado com o meu samba.&nbsp;<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em>Minha voz fala ao futuro por meio da tua voz!<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em>Sou a sabedoria acumulada, sou entidade viva, detentora dos saberes do meu il\u00ea. Baluarte, orix\u00e1 em Terra. Sou tamb\u00e9m comunidade em voz altiva que um dia bordou as gl\u00f3rias do meu pavilh\u00e3o&#8230; e rega as ra\u00edzes para o amanh\u00e3.&nbsp;&nbsp;<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em>\u00c9 essa mem\u00f3ria que agora eu fa\u00e7o despertar: cumprir o rito anual de narrar hist\u00f3rias ao redor do fogo em terreiro sagrado, como fa\u00e7o desde o princ\u00edpio.&nbsp;<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em>Eu sou Gri\u00f4! Samba! Escola!&nbsp;<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em>Guardi\u00e3o da mem\u00f3ria preta!<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em>E vim aqui para contar o meu enredo\u201d.&nbsp;<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-right wp-block-paragraph\"><em>Carnavalesco: Tarc\u00edsio Zanon<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-right wp-block-paragraph\"><em>Texto: Jo\u00e3o Gustavo Melo<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em><\/em><strong>GLOSS\u00c1RIO:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Ashanti<\/strong>: Povo que faz parte do grupo \u00e9tnico Akan, localizado na por\u00e7\u00e3o ocidental da \u00c1frica, onde hoje fica Gana.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Balafon: <\/strong>Instrumento musical<strong> <\/strong>feito de teclas de madeira e caba\u00e7as, tocado com duas baquetas. Acompanha as falas e can\u00e7\u00f5es dos gri\u00f4s, ajudando a narrar genealogias de her\u00f3is, casamentos e cerim\u00f4nias religiosas.<strong>&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Dj\u00e9li<\/strong>: Casta do reino do Mali, formada por fam\u00edlias de contadoras e contadores de hist\u00f3rias. Eram tamb\u00e9m conselheiros reais. Narravam e entoavam can\u00e7\u00f5es \u00e9picas sobre as dinastias reais do Mali, entreposto comercial e cultural para diversas popula\u00e7\u00f5es da \u00c1frica Ocidental. O nome \u201cDj\u00e9li\u201d se refere \u00e0 ideia de la\u00e7os de sangue, aqueles que fazem circular a vida social.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Gri\u00f4<\/strong>: Para alguns linguistas, a origem da palavra \u201cGri\u00f4\u201d vem da forma como os franceses ouviram a palavra \u201ccriado\u201d, em portugu\u00eas, referindo-se \u00e0 casta dos <em>dj\u00e9li, contadores de hist\u00f3rias<\/em> que acompanhavam os antigos reis do Mali.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>It\u00e3<\/strong>: Narrativa, mito ou conto do povo Iorub\u00e1. Transmite filosofias, conhecimentos e origens dos orix\u00e1s.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Kor\u00e1: <\/strong>Instrumento feito de 21 cordas, semelhante a um ala\u00fade. Produz melodias e acordes suaves de grande riqueza harm\u00f4nica. Acompanha os gri\u00f4s nas conta\u00e7\u00f5es de hist\u00f3rias e narrativas \u00e9picas. Assim como o balafon, \u00e9 considerado um instrumento musical sagrado.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Mansa<\/strong>: T\u00edtulo de nobreza utilizado pelo povo do Mali para designar o soberano do reino.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Or\u00edk\u00ec<\/strong>: Palavras e prov\u00e9rbios de Ax\u00e9 do povo Iorub\u00e1. Vem de <em>Or\u00ed<\/em> (cabe\u00e7a) e <em>K<\/em>\u00ec (saudar, louvar). Pode ser dito sobre orix\u00e1s, pessoas, animais ou lugares.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Provas de Ananse<\/strong>: Para entregar as hist\u00f3rias do mundo, Ananse teve que cumprir algumas provas para Nyame, o deus supremo: Capturar o leopardo Osebo, a serpente Onini, os marimbondos (Mmbooro) e a feiticeira Mootia. H\u00e1 varia\u00e7\u00f5es nas vers\u00f5es contadas sobre as provas de Ananse, mas evocamos estas como as mais recorrentes.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Sundiata Keita: <\/strong>Supremo unificador e fundador do Imp\u00e9rio Mali. Tamb\u00e9m conhecido como o \u201cRei Le\u00e3o\u201d, governou entre 1235 e 1255, tendo seus feitos eternizados pelo Gri\u00f4 (<em>Dj\u00e9li<\/em>) Bala Fassek\u00e9 Kouyat\u00e9, habilidoso mestre contador de hist\u00f3rias e conselheiro. At\u00e9 hoje, os Kouyat\u00e9 s\u00e3o uma dinastia de gri\u00f4s, com m\u00fasicos e atores que espalham, por meio da oralidade, o legado do seu povo.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Teia de Ananse<\/strong>: S\u00edmbolo de coes\u00e3o social e dos enredos contados pelo povo Ashanti.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Vissungos<\/strong>: Cantigas que misturam o portugu\u00eas arcaico com l\u00edngua quimbundo, quicongo e umbundu, sendo entoadas no trabalho nas minera\u00e7\u00f5es, celebra\u00e7\u00f5es f\u00fanebres, ritos de cura e em festividades. Serviam tamb\u00e9m como um c\u00f3digo secreto para poderem se comunicar por meio da oralidade durante o processo de escravid\u00e3o no Brasil. &nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>REFER\u00caNCIAS:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">B\u00e2, Amadou Hamp\u00e2t\u00e9. A Tradi\u00e7\u00e3o Viva. In: KI-ZERBO, Joseph (Ed.).&nbsp;<strong>Hist\u00f3ria geral da \u00c1frica I<\/strong>: metodologia e pr\u00e9-hist\u00f3ria da \u00c1frica. Bras\u00edlia: Unesco, 2010.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">B\u00e2, Amadou Hamp\u00e2t\u00e9. <strong>Amkoulell, O Menino Fula<\/strong>. Rio de Janeiro. Editora Palas Athena: S\u00e3o Paulo, 2003.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">BERNAT, Isaac. <strong>Encontros com o Griot Sotigui Kouyat\u00e9<\/strong>. Editora Pallas: Rio de Janeiro, 2013.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">DEUS, Z\u00e9lia Amador de. <strong>Os Herdeiros de Ananse: movimento negro, a\u00e7\u00f5es afirmativas, cotas para negros na Universidade<\/strong>. 2008. 295 f. Tese (Doutorado) \u2013 Universidade Federal do Par\u00e1, Instituto de Filosofia e Ci\u00eancias Humanas. Programa de P\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Ci\u00eancias Sociais. Bel\u00e9m, 2008.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">LIMA, Helo\u00edsa Pires; HERNANDEZ, Leia Leite. <strong>Toques do Gri\u00f4<\/strong>. Melhoramentos. S\u00e3o Paulo, 2011.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">GONZALES, L\u00e9lia. <strong>Festas Populares Brasileiras<\/strong>. S\u00e3o Paulo: Boitempo, 2024.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">MARTINS, Danielle da Silva. <strong>\u201cFoi Nesse Ch\u00e3o que Me Criei\u201d: Letramentos baluartes da Galeria da Velha-guarda da Unidos do Viradouro<\/strong>. Disserta\u00e7\u00e3o (Mestrado em Letras e Lingu\u00edstica). 185f.:il. Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), 2023. Dispon\u00edvel em <a href=\"https:\/\/www.pplinuerj.com.br\/sipos\/administracao\/tesesedissertacoes\/documentos\/DissertacaoDanielledaSilvaMartins231107154845.pdf\">DissertacaoDanielledaSilvaMartins231107154845.pdf<\/a>. (Acesso em abril de 2026).&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">MARTINS, Leda Maria. <strong>A Fina L\u00e2mina na Palavra<\/strong>. Rio de Janeiro: Cobog\u00f3, 2025.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">MARTINS, Leda Maria. <strong>Performances da Oralitura: Corpo, Lugar da Mem\u00f3ria.<\/strong> Universidade Federal de Santa Maria, 2003. Dispon\u00edvel em <a href=\"https:\/\/periodicos.ufsm.br\/letras\/article\/view\/11881\">PERFORMANCES DA ORALITURA: CORPO, LUGAR DA MEM\u00d3RIA | Letras<\/a>. (Acesso em abril de 2026).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">PRIORI, Mari del. Vissungo: <strong>O Canto dos Escravos no Trabalho.<\/strong> Revista Hist\u00f3ria Hoje. Dispon\u00edvel em <a href=\"https:\/\/historiahoje.com\/vissungo-o-canto-dos-escravos-no-trabalho\/\">Vissungo: o canto dos escravos no trabalho &#8211; Hist\u00f3ria Hoje<\/a>. (Acesso em abril de 2026).<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>G.R.E.S. 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